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15 de dezembro de 2011

Como funciona o Metabolismo Ponderal? - A Energia

Hoje apresentamos mais um artigo da série de artigo sobre o Metabolismo Ponderal. Depois de falarmos sobre como funciona o Metabolismo hoje iremos explicar como a energia é mecanizada no nosso organismo.
A Energia

O corpo humano queima gordura em permanência, tanto de dia como de noite, pois esta é indispensável para transportar o sangue, levar oxigénio às células e ativar o metabolismo. A energia do corpo é extraída da alimentação. Qualquer atividade suplementar leva a gastos adicionais de energia. Por exemplo, vários estudos demonstram que os ciclistas queimam acima de 6500 quilocalorias, por dia, numa prova como a Volta a França.

Como é que a Energia se liberta, como comanda os impulsos nervosos ou os movimentos musculares?
No caso da célula muscular, a energia provém da glucose, ou açúcar, que contém. Quando falta glucose à célula, ela recorre a uma reserva imediata, uma substância química chamada glicogénio, armazenada no fígado. Esta substância decompõe-se em glucose, a fim de fornecer a energia necessária. Como esta operação, designada por neoglicogénese, tem um mau rendimento, há uma parte da energia que se perde, sob a forma de calor. É por isso que, o exercicio muscular aquece. No organismo em repouso, a temperatura de base resulta da relação entre o calor produzido no interior do corpo e o calor perdido à superfície. Se essa reserva se esgotar, a célula emite um SOS às reservas de gordura. É o sistema nervoso central, por intermédio dos neurotransmissores e das hormonas que liberta no sangue, que desempenha a função de mensageiro entre a célula e as gorduras. Seguidamente, as hormonas desencadeiam uma série de reacções químicas no seio das gorduras, que , por sua vez, de decompõem em pequeníssimas unidades. Estas ultimas são conduzidas pelo sangue às células musculares, onde são queimadas para fornecer energia.

Se o corpo absorve mais alimentos do que o necessário para assegurar as funções vitais, recebe mais energia do que aquela que gasta, e o excedente é armazenado sob a forma de gordura. Essa reserva pode ser transformada em energia. No entanto, se isso não acontecer e a alimentação continuar a ser excedentária, abre-se o caminho para a obesidade.

* Valores de referência calculados para pessoas entre os 20 e os 40 anos.
As necessidades energéticas diminuem, em função da idade, à razão de:
  • 5% entre os 40 e 50 anos
  • 10% entre os 50 e 60 anos
  • 15% entre os 60 e 70 anos
  • 20% depois dos 70 anos

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