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24 de agosto de 2013

Acidente vascular cerebral (AVC) - Causas, sintomas e tratamentos

sábado, agosto 24, 2013
O acidente vascular cerebral é uma doença caracterizada pelo inicio agudo de um défice neurológico funcional, com distúrbios circulatórios arterial ou nervoso com isquemia de um dos hemisférios cerebrais ou o comprometimento de um área especifica.
Algumas formas de Acidente Vascular Cerebral
  • Embolia cerebral trombo-embolia
  • Acidente vascular isquémico (isquemia cerebral aguda)
  • Acidente vascular hemorrágico
O acidente vascular cerebral consiste na oclusão de um vaso sanguíneo de natureza trombótica ou por êmbolos sépticos que interrompe o fluxo de sangue a uma região especifica do cérebro, interferindo com as funções neurológicas dependentes da região afectada. O acidente vascular hemorrágico apresenta uma hemorragia local, aumento de pressão e edema cerebral. Pode-se ter originado num traumatismo craniano. Em todos os casos, o tamanho e a localização a área afectada, que deixa de ser irrigada, vão determinar a gravidade da doença e o seu prognóstico. Se a lesão for de granes dimensões, a morte pode ser iminente, ou ficarem danificadas diversas funções orgânicas; se a obstrução for parcial, o comprometimento de certas funções é pequeno e a sua recuperação e quase completa

CAUSAS OU FACTORES DE RISCO
Hipertensão arterial (sistólica, diastólica ou ambas) - induz um estreitamento progressivo das arteríolas cerebrais. Estudos feitos mostraram existir um trio perfeito entre o consumo de sal, a hipertensão e a hemorragia cerebral.
Doença cardíaca, como a aterosclerose, viscosidade do sangue e o aumento de gorduras a circular na corrente sanguínea (hiperlipidemia) e fibrilhação arterial, insuficiência cardíaca congestiva.
ALCOOLISMO - a bebida em excesso aumenta o risco de acidente vascular cerebral.
TABAGISMO -  o hábito de fumar aumenta consideravelmente o risco de AVC.
OBESIDADE - a oclusão do vaso pode ocorrer por arteriosclerose, embolia, inflamação, doença intrínseca ou por traumatismo.

OUTROS FACTORES DE RISCO
  • Sedentarismo
  • Stresse
  • Erros alimentares (excesso de sal e consumo de carnes gordas, pois têm gorduras saturadas e colesterol)
  • Os idosos, pessoas de meia-idade, diabéticos, obesos, fumadores, etc. são grupos de risco, assim como as mulheres que tomam a pílula como meio anticoncepcional.
SINTOMAS
  • Fraqueza num dos membros superiores ou inferiores (perna ou braço), ou face; a hemiplegia aparece no lado oposto ao da hemorragia (paralisia que atinge um dos lados do corpo).
  • Desvio do olhar ou perda de visão total ou parcial, transitória ou definitiva.
  • Perda de sensibilidade num membro.
  • Afasia (alteração na linguagem e na fala dificuldade de articular as palavras).
  • O ataque agudo manifesta-se sem aviso, surge subitamente. Um doente nestas situações deve ser imediatamente levado ao hospital para tratamento de urgência.
PREVENÇÃO
Abandono do tabaco e do álcool mostra um declínio da sua incidência.

TRATAMENTOS NATURAIS

ALCACHOFRA - Comer alcachofras em abundância e tomar chá das suas folhas.
ALFACE - Chá das suas folhas e talos, 60gr por um litro de água, tomar uma chávena 4 vezes ao dia.
ALHO - Usar liberalmente nas saladas, também está disponível em ervanárias o óleo de alho em cápsulas. Tomar 3 cápsulas por dia.
ALHO E LIMÃO - Amassar 2 dentes de alho, adicionar o sumo de um limão e tomar duas vezes ao dia.
BERINGELA - Usar liberalmente nas refeições, excepto na forma frita. Pode tomar na forma de sumo ou cortá-la em pedaços pequenos ou picada, deixá-la de molho em água, 12 horas depois, coar e beber o liquido.
CEBOLA - Comer à vontade.
CENOURA - Comer duas ou três cenouras cruas por dia.
ESPINAFRE - Usar liberalmente na dieta.
ABACAXI - Fazer uma dieta exclusiva ou substituir algumas refeições por esta fruta.
AMEIXA - Pode incluir ameixa fresca na dieta.
LIMÃO - Terapia do Limão.
TANGERINA - Pode fazer refeições exclusivas algumas vezes.
UVA - Usar óleo de caroço de uva em substituição de óleo de soja. Pode ainda durante dois dias fazer dieta exclusiva de uvas.

21 de agosto de 2013

Doenças do Sistema Nervoso - Cefaleias ou dor de cabeça

quarta-feira, agosto 21, 2013
As cefaleias são dores de cabeça fortes e persistentes que impedem de trabalhar ou mesmo de adormecer e é dos incómodos mais vulgarizados nos países civilizados.
As cefaleias atingem mais as mulheres do que os homens e muitas vezes são acompanhadas de náuseas.

Sintomas
  • Dor intensa unilateral na cabeça, em ataques breves que se repetem várias vezes ao dia, ou então pode ser constante, durante dias, semanas ou meses.
  • Náuseas.
  • Mal-estar.
  • Fotofobia (dificuldade em ver a luz).
  • Os sintomas neurológicos podem ser visuais, consistindo em ver luzes fortes a piscar, parestesias unilaterais da mão, faltar a voz.

Causas
São muito diversas as causas que se apontam e algumas são desconhecidas. Podem ser provocadas por simples resfriados e por sinusite, rinite, por prisão de ventre, doenças infecciosas, otites, alterações da pressão arterial.
Mas também o stresse e o cansaço, excessos alimentares e bebidas alcoólicas em demasia conduzem ao mesmo sintoma. A miopia e o astigmatismo e também o glaucoma podem causar cefaleias.
No caso da sinusite, as dores de cabeça estão associadas à infecção dos seios perinasais. Tem diversas localizações dependentes do seio atingindo. Se as dores de cabeça são muito frequentes, procure fazer exames médicos para um diagnóstico provável. Nas manifestações mais vulgares, basta remover-lhe a causa.


Tratamentos naturais
Se tem prisão de ventre, as consequências repercutem-se em dor de cabeça.
Em geral, o doente deve ficar em repouso num quarto escuro e tranquilo.
Batata - Aplicar uma compressa com rodelas de batata crua na fronte, durante 1 hora.
Repolho - Amassar as folhas de repolho e aplicar compressas na região frontal, durante 1 hora.
Limão - Beba água com limão. Friccione a parte dolorida com sumo de limão misturado com sumo de cebola.
Abacate - Tisana das folhas do abacateiro, 20g para 1 litro de água. Tomar uma chávena 3 vezes ao dia.
Clister - Faça uma limpeza intestinal com água de malvas, cavalinha ou camomila. Beba chá de ervas laxantes.
Geoterapia - Compressas de argila na região da fronte e nuca, 3 vezes por semana e durante 90 minutos. Espalhe a papa de argila na compressa uniformemente numa camada de 1 cm de espessura.
Hidroterapia - Banho escalda-pés com dois baldes de água, um quente e outro frio, iniciar o seguinte tratamento: Imergir os pés na água quente durante 4 minutos; depois, imergir os oés em água fria durante 1 minuto. Repetir este tratamento 3 vezes seguidas. Manter a água quente sempre à mesma temperatura. Terminar na água fria, enxugando bem os pés e caçar meias secas.
Faça um banho de vapor semanalmente.
Compressas frias sobre o ventre, renovando cada 15 minutos, durante 1 hora.

2 de junho de 2013

Esclerose Múltipla: Esclareça as suas dúvidas!

domingo, junho 02, 2013
Já ouviu falar em Esclerose Múltipla? Esta doença neurológica e os seus sintomas podem ser um mistério para muitos de nós. Ponha agora fim às suas duvidas.
O que é a Esclerose Múltipla?
É uma doença neurológica caraterizada por sintomas que surgem devido a alterações inflamatórias/degenerativas no cérebro e/ou medula.

Porque afeta mais mulheres do que homens?
A Esclerose Múltipla atinge duas vezes mais a mulheres do que os homens. Os motivos ainda não foram determinados.

Em que altura da vida é mais comum surgir?
Surge habitualmente no jovem adulto, com idades compreendidas entre os 20 e os 50 anos.

Quais são os sintomas?
Consoante a localização das lesões (cérebro/medula) a doença pode manifestar-se através de visão turva, visão dupla, desequilíbrio, falta de força num membro ou lado do corpo, entre outros.

É uma doença que progride ou pode manter-se estável durante bastante tempo?
Existem várias formas de apresentação conhecidas. A mais frequente é a forma "surto-remissão", que numa fase mais tardia pode transformar-se em "secundária progressiva". Mais raramente a doença evolui sem surtos, sendo progressiva desde o inicio, e por isso denomina-se de forma primária progressiva. Porém, com as atuais alternativas terapêuticas a doença pode estabilizar sem sequelas ou com incapacidade mínima.

Quais são as limitações de um doente com Esclerose Múltipla?
Um doente com Esclerose Múltipla pode manter-se assintomático e sem quaisquer limitações. Classicamente, a doença produz limitações pelas alterações motoras, desequilíbrio da marcha, alteração de esfíncteres, diminuição da acuidade visual, alterações sexuais.

Existe cura?
Tal como na maioria das doenças crónicas, não existe cura. A estabilidade, por vezes até sem sintomatologia ou incapacidade, é possível, mantendo um estilo de vida saudável e a medicação de forma regular.

Há predisposição genética?
Existem casos raros hereditários. Quanto à predisposição genética, a presença de casos numa mesma família sugere suscetibilidade genética. No entanto, esta suscetibilidade só desenvolve doença se houve uma conjunção de múltiplos fatores genéticos e ambientais. Ou seja, a probabilidade de dois elementos da mesma família desenvolverem Esclerose Múltipla existe, mas é muito baixa. A probabilidade no caso de um filho concebido por dois indivíduos com história familiar da doença já é mais elevada.

Quantos casos, em média, existem em Portugal?
Um estudo recente estima que existam cerca de 54 casos de Esclerose Múltipla em 100 mil habitantes.

Em que consiste o tratamento deste tipo de doença?
O tratamento consiste na modulação da imunidade de forma a diminuir a inflamação no sistema nervoso central, a atrofia subjacente ao processo e, em ultima analise, diminuição dos surtos e incapacidade do individuo. Existem atualmente disponíveis alternativas injetáveis, constituindo fármacos com maior segurança (menos efeitos secundários) que têm uma eficácia que permite que sejam recomendados como tratamento de primeira linha. Quando, apesar destes, a doença se mantém ativa, recomenda-se a passagem para os medicamentos de segunda linha, com menor segurança mas maior eficácia e controlo de doença, através de um injetável endovenoso mensal e o outro oral.

O que pode o doente fazer no dia a dia para ajudar a combater a progressão da doença?
Tal como a restante população, deve manter uma vida saudável, evitar os excessos e procurar ser feliz. Em particular, por ser portador de uma doença crónica, deve manter uma adesão rigorosa ao plano terapêutico decidido em conjunto com neurologista assistente e procurar apoio sempre que novos sintomas apareçam.

26 de abril de 2013

Beber líquidos durante as refeições engorda?

sexta-feira, abril 26, 2013
O hábito de ingerir líquidos nas refeições é muito comum, porém todos já ouviram dizer que isso é errado porque engorda, nos faz comer em maior quantidade, a barriga incha ou atrapalha a digestão.
Qual melhor momento de ingerir líquidos? 
Os líquidos devem ser consumidos 20 minutos antes ou 60 minutos após as refeições. Quando optar por ingeri-los nas refeições é indicado no máximo um copo pequeno, com capacidade de 150 a 200 ml.

Ingerir líquidos nas refeições engorda? 
O líquido ingerido na refeição não engorda, porém dilata o estômago e provoca uma sensação de inchaço abdominal.
É importante não criar o hábito de ingerir líquidos sempre nas refeições, pois o estômago sempre passará por essa dilatação o que irá torná-lo mais elástico. Essa dilatação reduz a sensação de saciedade e você pode acabar consumindo mais alimentos, levando a um excesso alimentar durante o dia e consequentemente o aumento de peso.

Por que devemos evitar líquidos nas refeições?
Durante a digestão dos alimentos precisamos da acção do suco gástrico no estômago, para que alguns nutrientes possam ser quebrados e absorvidos. Quando ingerimos líquido em excesso nas refeições o suco gástrico fica diluído e dessa forma a digestão fica comprometida podendo ocasionar problemas como indigestão, gases, flatulências e deficiência na absorção de nutrientes como ferro, cálcio, zinco, vitamina B12, entre outros.

Se optar por ingerir líquidos, qual dar preferência?
Se desejar beber líquidos durante a refeição, dê preferência aos sumos naturais feito com frutas ácidas como abacaxi, limão, morango, kiwi, já que não irão trabalhar a favor do suco gástrico no estômago, não interferindo na absorção dos alimentos. A água também é uma boa escolha, pois ajuda na hidratação e não aumenta o valor calórico da refeição.
É importante ressaltar que refrigerantes e água gaseificadas são mais prejudiciais, pois o gás presente nessas bebidas dilata ainda mais o estômago, prejudicando a digestão e criando uma falsa sensação de saciedade, fazendo com que a fome apareça mais rapidamente, e podendo levar a um excesso alimentar durante o dia e consequentemente o aumento de peso.

Como manter o corpo hidratado sem ingerir líquidos nas refeições?
Muitas pessoas sentem necessidade de ingerir líquidos durante as refeições quando a hidratação durante o dia está baixa e somente se lembram de tomar algo na hora da refeição. É importante lembrar que a recomendação de água é de 6 a 8 copos de 200 ml e essa deve ser feita preferencialmente nos intervalos entre as refeições! 
Alimentos ricos em água, geralmente frutas e legumes como abacaxi, alface, laranja, tomate, mamão, melancia, melão, uva, chuchu fazem parte de nossas refeições, portanto é impossível realizar uma refeição sem ingerir líquidos, a preocupação sempre deve ser em não consumir líquidos em grande volume.

Portanto, é importante evitar a ingestão de líquidos durante a refeição, e caso ocorra, não deverá exceder um copo pequeno, e que preferencialmente seja água ou suco de frutas ácidas. E lembre-se sempre tenha foco na hidratação ao longo do dia.

12 de abril de 2013

Mitos sobre as aftas

sexta-feira, abril 12, 2013
Maioria das pessoas já sentiu aquela ferida dentro da boca que incomoda, e quando foi analisar descobriu que era a temida afta. Caracterizada por uma lesão arredondada, coberta por uma membrana branco-amarelada e com uma mancha avermelhada em volta, a afta pode ocorrer em qualquer ponto da cavidade bucal, ser isolada ou múltipla, e seu tamanho também pode variar. As feridas tendem a desaparecer naturalmente dentro de 5 a 15 dias e não deixam cicatrizes. A causa mais comum de afta é o refluxo gastroesofágico, cujo principal sintoma é a azia. Descubra os mitos e verdades sobre as aftas.
Afta doi sempre?
Sim, em qualquer caso. Uma característica constante nas aftas é a dor. Se você tem uma ferida na mucosa da boca que não apresenta dor, ela pode ser um sinal de outras doenças mais sérias. Nesses casos, o ideal é procurar um médico.

As aftas podem virar tumor?
Não, isso é impossível de acontecer. As aftas são inflamações que nada tem a ver com a formação de tumores. Porém, num estágio inicial, o tumor ou um cancro de boca pode ser confundido com uma afta. Qualquer lesão na boca que não cicatrize em 14 dias deve ser examinada por um especialista.

Aftas e herpes labial são a mesma coisa?
Não, as causas são diferentes. Herpes é caracterizado por pequenas bolhas, principalmente nos lábios, sendo causado por um vírus. As aftas não são um processo infeccioso e sim inflamatório, com ulceração e sem bolhas. No entanto, depois que a bolha do herpes rompe, forma-se uma ulceração no lábio, que pode ser confundida com a afta.

Aftas são um sinal que a imunidade está baixa?
Pessoas que sofrem com as aftas em determinados períodos, mas não sofrem de problemas gastrointestinais, podem sim estar com a imunidade baixa. Isso acontece porque a baixa imunidade favorece a evolução de processos inflamatórios no organismo, o que associado a uma dieta e hábitos desfavoráveis pode resultar em aftas. Mas isso não quer dizer que todas as pessoas que têm aftas estão com a imunidade baixa - as feridas podem acontecer mesmo em pessoas com a saúde em dia.


A escovação pode causar aftas?
Sim, se for feita de maneira traumática diversas vezes. As feridas formadas na boca por traumatismos, como ralar com as escovas de dentes ou mesmo morder a língua e lábios, não podem ser consideradas aftas. Porém, se a escovação for efetuada de maneira traumática de forma reincidente, pode provocar através do trauma, uma afta.

A alimentação pode interferir no aparecimento de aftas?
Sim, uma dieta deficiente favorece o problema. Uma dieta inadequada provoca no paciente uma deficiência nutricional de vitamina B e de ferro. Esses são cofatores importantes na proliferação das células de revestimento epitelial, e a boca representa um dos tecidos mais proliferantes e renovados do nosso organismo. Da mesma forma que a carência desses dois nutrientes pode levar à anemia, a mucosa bucal desses pacientes fica fina, de certa forma atrofiada. Muitos pacientes anêmicos, inclusive, apresentam grande número de aftas bucais.

Mudanças hormonais podem provocar aftas?
Sim, pois os hormônios influenciam na imunidade. Existem muitos hormônios que controlam o sistema imunológico, como os produzidos na glândula suprarrenal. Dessa forma, alterações hormonais podem induzir nosso sistema imune a agredir a mucosa, causando aftas. Isso poderia explicar porque o problema é mais frequente em mulheres, que possuem maiores flutuações hormonais.

Uma afta pode evoluir para uma infecção?
Sim, se não for tratada. As inflamações causadoras das aftas podem favorecem o aparecimento de infecções bacterianas, retardando a cura ou piorando o quadro.

Afta pode ser um sinal de alergias?
Não, as feridas causadas por alergia não são aftas. As feridas decorrentes de processos alérgicos não são consideradas aftas, e sim úlceras ou bolhas. Por isso, se surgem feridas logo após você comer um alimento específico ou tomar algum tipo de medicamento, consulte um médico para investigar o problema.

Qual a melhor forma de tratar as aftas?
Mudanças na alimentação e medicamentos. Para minimizar a dor, o ideal é evitar alimentos muito temperados, salgados e ácidos. Outros tratamentos paliativos são pomadas a base de corticoides tópicos em formulações próprias para o uso na mucosa oral. No entanto, elas tendem a desaparecer naturalmente dentro de cinco a 15 dias, e essas medidas são tomadas apenas para acelerar o processo ou evitar a dor. É importante também manter a higiene do local, usando um cotonete com soro fisiológico ou então apenas água.

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