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19 de setembro de 2015

Sabia que o Alzheimer pode ser transmissível?

sábado, setembro 19, 2015

Uma publicação da revista científica Nature indica que pode ser possível transmitir a Doença de Alzheimer. A pesquisa foi realizada por cientistas da University College London e foi realizada por meio de autópsias de cérebros de oito pacientes.

O Alzheimer costuma ocorrer em pessoas de idade avançada e acontece pela “morte” de células cerebrais e do encolhimento do órgão, prejudicando as suas funções. Já a Doença de Creutzfeldt-Jakob (CJD) acomete jovens e também afeta o cérebro, ocasionando demência e distúrbios do movimento.



Segundo os médicos, há duas formas de detectar o Alzheimer por meio de exames: encontrar um aglomerado de fragmentos proteicos da proteína beta-amiloide (placas amiloides) ou um emaranhado de uma proteína chamada tau.

Para a descoberta, os cientistas ingleses estudaram o cérebro de pacientes recém-falecidos em função do CJD. Todos contraíram este mal através de hormonas de crescimento injetadas quando ainda eram crianças. Destes oito corpos, sete apresentavam depósitos amiloides, um dos sinais de Alzheimer. No entanto, todos eram muito jovens para sofrer deste mal de maneira “natural”. Na teoria, amiloides podem ser transmitidos acidentalmente em procedimentos médicos e cirúrgicos.

Os cientistas, então, entenderam que as hormonas ingeridas, podem ter transmitido as pequenas quantidades de beta-amiloides, além das proteínas que causaram o CJD.

Este é um estudo prévio, por isso, não se pode concluir que as hormonas foram a causa do acúmulo amiloide. Mas mesmo que seja confirmado o risco de transmissão do Alzheimer, há fatores mais determinantes, como idade, genética e hábitos.

4 de março de 2012

Os perigos da obesidade - Perigos psicológicos

domingo, março 04, 2012
Um conflito psicológico pode causar um apetite exagerado ou a diminuição repentina do mesmo. Na relação entre a psique e a obesidade surge a mesma duvida que com a galinha e o ovo: Não se sabe qual deles aparece primeiro.
Antes de mais, saiba que o peso não tem qualquer influencia na inteligência. Churchill e Balzac, cada um no seu domínio, eram génios bem nutridos. Um estudo efetuado no Canadá estabelece que o quociente intelectual e as estruturas de personalidade de pessoas muito gordas também não se afastam muito da média da restante população.

Quanto à relação entre as características psíquicas e a obesidade, os dados são contraditórios e heterogéneos. Coloca-se a questão de saber se determinados sintomas são causa ou consequência da doença. Um psicólogo francês, Beaumont, observou algumas pessoas obesas e encontrou, sobretudos nos jovens, uma tendência para a depressão e para a melancolia. Os rapazes sofriam com a sua falta de agilidade e de destreza, o que os tornava motivo de troça para os colegas. As raparigas suportavam, além disso, a dificuldade em se afirmarem no domínio afetivo e sentimental. No adulto, à melancolia pode suceder uma visão otimista da vida. Beaumont descreve o adulto obeso como bonacheirão, calmo, expansivo, indulgente e conciliador. Propenso tanto para a alegria e os gracejos, como para a ternura e as lágrimas. Logo, com uma afetividade e uma emotividade mais à flor da pele do que a pessoa magra.

O psicólogo francês conclui que os quilos que ostentamos, ao influírem nas nossas relações com o que nos rodeia, se refletem de forma positiva ou negativa na nossa energia vital. Assim, um adolescente naturalmente expansivo e cheio de vitalidade pode, ao tornar-se obeso, ficar sombrio e perder dinamismo. Tais situações são capazes de gerar timidez ou complexos persistentes. Infelizmente, essas perturbações do comportamento por vezes permanecem mesmo que ocorra uma perda de peso. No entanto, regra geral, quem emagrece aprecia plenamente a mudança e afirma sentir-se mais novo e saudável. Portanto, em certos casos, há uma relação estreita entre a obesidade e algumas perturbações da personalidade.

22 de outubro de 2011

Saiba como controlar a Ansiedade

sábado, outubro 22, 2011
Nos dias que correm, este problema tem afectado cada vez mais pessoas em todo o mundo, devido ao elevado stress quotidiano.

O que é a Ansiedade?
A ansiedade, também conhecida como nervosismo, é uma sensação, característica do ser humano, derivada de momentos de tensão, preocupação e apreensão e sentida como anticipação de problemas. Também é conhecida com um estado emocional que se adquire por consequência de um acto.

Quando esta sensação é experimentada em momentos de muito stress, por exemplo a tomada de decisões importantes e situações muito dificeis de se lidar, é considerada normal. Mas caso esta sensação seja levada de maneira exagerada e constante, por exemplo com preocupações excesivas e situações que para a maioria das pessoas não encontra dificuldade, então será considerada como um transtorno, que pode afectar o individuo por vários anos e nalguns casos ser mesmo crónico.

É importante não confundir a ansiedade (transtorno) com a ansiedade do dia-a-dia. Todos nós por vezes nos sentimos tensos em relação a um acontecimento. Também não deve ser confundida com a fobia social e com o transtorno do pânico.

O que pode causar a ansiedade?
Normalmente este tipo de transtorno surge devido a vivências menos boas e também a problemas na infância.
Existem também causas biológicas como distúrbios hormonais ou anormalidades químicas a nível cerebral.
O stress exagerado da vida diária pode também causar este estado emocional.

Quais os sintomas deste transtorno?
  • Suores
  • Taquicardia
  • Nervosismo
  • Falta de Ar
  • Problemas digestivos
  • Fome exagerada
  • Fadiga
  • Sensação de desmaio
  • Insónia
  • Tonturas/Vertigens
  • Sensação de impotência
  • Tensão muscular
  • Tremores incontroláveis
  • Medos (de errar, de criticas, de magoar os outros, de desiludir)
  • Autocrítica auto-destrutiva
  • Irritação exagerada
  • Sentimento de inveja
  • Ingestão de calmantes ou bebidas alcoólicas, como alivio de tensões
  • Mania da perfeição

Como controlar a ansiedade?
A ansiedade é um transtorno emocional por isso deve ser tratada por um especialista, nomeadamente um psicoterapeuta. Existe medicação para controlo como por exemplo os antidepressivos e ansioliticos.
Existem também algumas dicas para ajudar a controlar a ansiedade como complemento ao tratamento clínico.
  • Aprender a relaxar
  • Respirar profundamente algumas vezes ao dia
  • Prática de actividade física (por exemplo uma caminhada)
  • Evitar produtos que tenham estimulantes (café, tabaco, droga, produtos com cafeína, etc)
  • Faça meditação ou ioga todos os dias
  • Faça uma alimentação saudável
  • Durma pelo menos 8 horas por dia

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