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17 de março de 2017

10 alimentos que aceleram o metabolismo

sexta-feira, março 17, 2017
Você sofre de metabolismo lento? Já fez dietas e mais dietas e teve poucos ou nenhuns resultados e está a começar a ficar desmotivado sem saber o que fazer? Então este artigo é para si. Existem formas de acelerar o metabolismo de forma natural e hoje irei dar a conhecer 10 alimentos que ajudam a acelerar o metabolismo lento.
Mas afinal o que é o metabolismo?
O metabolismo é um processo de transformações químicas que acontece no nosso organismo que garante a reprodução e crescimento de células. Ele divide-se em anabolismo e catabolismo. Quando o catabolismo é superior ao anabolismo, o organismo perde massa, tornando o metabolismo mais rápido, quando acontece o contrário, ou seja o anabolismo é superior catabolismo, o metabolismo torna-se lento, e o organismo cresce e ganha mais massa. O ideal é o organismo estar em homeostase, ou seja os dois processos tem que estar em equilíbrio.

Quais os alimentos que tornam o metabolismo mais rápido?
Existem de facto alguns alimentos que tornam o metabolismo, veja alguns exemplos:

1. Limão e Laranja
Bem como todas as outras frutas cítricas. Devido à elevada quantidade de Vitamina C, estas frutas ajudam bastante o metabolismo. Quem não conhece a dica da água com limão em jejum de manhã, nos programas para perder peso?

2. Bróculos
É considerado um super alimento, pois é rico em cálcio, vitamina D, A e K, e melhor acelera o metabolismo.

3. Especiarias/Temperos
Sim, os sabores picantes aceleram o metabolismo. Alguns exemplos são a pimenta, o gengibre e as sementes de mostarda.

4. Ómega 3
Os alimentos ricos neste ácido gordo, como o salmão, o atum, o azeite extra virgem e espinafres, são ótimos para o organismo e para o metabolismo ficar mais rápido. Atenção que os alimentos ricos em ómega 3 não devem ser cozinhados em altas temperaturas nem ser fritos, pois as suas propriedades irão desaparecer.

5. Cereais integrais
Por serem ricos em carboidratos complexos e nutrientes, alimentos como o arroz e massa integral, aveia e quinoa, são indicados para acelerar o metabolismo. Os carboidratos são libertados de forma mais lenta evitando assim os picos de insulina.



6. Maçã
É um dos alimentos com menos calorias e para além disso ainda ajuda a colocar o metabolismo mais rápido, por isso esta fruta está sempre incluída em qualquer dieta para emagrecer.

7. Chá verde
Este poderoso chá também está sempre presente em qualquer programa de perda de peso, devido às suas propriedades. A cafeína ajuda imenso na perda de peso devido à acção que esta tem no metabolismo.

8. Alimentos ricos em vitamina B
Estes alimentos demoram mais tempo a serem digeridos no organismo, por isso são mais saciantes. Alguns exemplos são: castanhas, abacate, couve, espinafre e levedura de cerveja.

9. Amêndoas
Para além de fornecerem vitaminas e fibras ao nosso organismo, ainda são bastante saciantes, sendo assim óptimos snacks para o lanche e entre refeições. 

10. Frutos vermelhos
Poucas calorias, ricas em antioxidantes e fibras, e com um sabor incrível, não são qualidades que chegue para as incluir no seu programa de emagrecimento? Se sente falta de doce, são a escolha mais acertada!

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28 de setembro de 2015

Alimentos ricos em Ácido Fólico

segunda-feira, setembro 28, 2015

O ácido fólico permite que o corpo execute muitas funções essenciais, incluindo a biossíntese de nucleótidos em células, a síntese de DNA e de reparação, criação de células vermelhas do sangue e prevenção da anemia. O ácido fólico, também conhecido como vitamina B9, é conhecido principalmente pela prevenção de deformidades no feto, sendo assim indicado para mulheres grávidas, portadores de doença de Alzheimer e vários tipos de cancro.
Existem alimentos que por si só são ricos em ácido fólico, evitando a sua procura em suplementos.

Alimentos ricos em ácido fólico

Vegetais escuros – Os alimentos com folhagem escura, são os mais saudáveis do planeta, com muitas fibras e também ácido fólico. Os mais ricos são o espinafre, a couve, o nabo e a alface.

Espargos - O espargo é talvez um dos alimentos mais ricos em nutrientes dentro do reino vegetal. Consumir apenas uma chávena de espargos cozidos pode fornecer aproximadamente 65% de suas necessidades diárias.

Brócolos - Além de ser um excelente alimento para a desintoxicação e para livrar impurezas, o brócolos é também rico em fibras e excelente fonte de ácido fólico.

Frutas - Muitas frutas contêm ácido fólico, mas frutas cítricas tem teor ainda mais alto, como a laranja e a toranja. Outros frutos igualmente ricos são o mamão, a uva, a banana, o melão, os morangos e as framboesas.

Feijões, ervilhas e lentilhas - Alguns grãos também são alimentos ricos em ácido fólico, entre eles o feijão, as ervilhas e as lentilhas. Sabe-se que uma tigela pequena de qualquer tipo destes grãos pode fornecer a maioria de suas quantidades diárias recomendadas de ácido fólico.

Abacate – A fruta famosa graças ao guacamole, é um alimento e tanto quando o assunto é quantidade de ácido fólico. Além de ser um dos melhores alimentos ricos em ácido fólico, é também uma excelente fonte de ácidos graxos, vitamina K e fibras alimentares.

Quiabo - O quiabo é um dos alimentos mais ricos em nutrientes. Apenas uma xícara de quiabo cozido pode fornecer cerca de 37 mcg de ácido fólico.

Couve de Bruxelas - Não há como negar que a couve de Bruxelas é uma das melhores fontes de ácido fólico. Ingerir uma chávena de couve de Bruxelas cozida pode fornecer cerca de 25% da sua quantidade diária recomendada.

Sementes e nozes – Não importa que sementes sejam, todas estão incluídas. Consumir sementes cruas, germinadas ou salpicadas sobre uma salada irá adicionar uma porção saudável de ácido fólico à sua dieta alimentar.

Couve-flor - Este vegetal crucífero é normalmente considerado como um dos melhores alimentos com vitamina C, mas também é uma grande fonte de ácido fólico.


Beterraba – É uma grande fonte de antioxidantes e também ajuda no processo de desintoxicação, tornando-a num dos melhores purificantes naturais do fígado do mundo. Essas características já seriam suficientes para adicionar o alimento à sua dieta, porém, beterraba também é conhecida como um dos principais alimentos ricos em ácido fólico.

Milho - Contém uma abundância de ácido fólico. Apenas uma chávena de milho cozido possui cerca de 76 mcg da substância, respondendo por quase 20% de suas necessidades diárias.

Aipo - O aipo é frequentemente considerado como um superalimento para ajudar a eliminar as pedras nos rins, mas também uma grande fonte de ácido fólico.

Cenouras - Apenas uma chávena de cenouras cruas, fornece quase 5% de suas necessidades diárias recomendadas de ácido fólico.

Abóbora – A abóbora, bem como a courgette são também fonte de ácido fólico. Uma chávena de abóbora contém 57 mcg de ácido fólico (14%VRD), já a courgette contém 36 mcg de ácido fólico (9% VRD).

17 de setembro de 2015

Devemos usar açúcar ou adoçante?

quinta-feira, setembro 17, 2015

A duvida é comum à maioria das pessoas. Qual destes dois faz pior?
Em primeiro lugar, é necessário esclarecer que na família dos adoçantes se incluem tanto a sacarose, vulgarmente chamada de açúcar de mesa, como os edulcorantes. A sacarose é utilizada para adoçar bebidas e alimentos, aumentando também o seu aporte energético, pois fornece quatro calorias por cada grama adicionado. 
Por outro lado, os edulcorantes são substâncias também utilizadas para adoçar alimentos ou bebidas, podendo ser naturais, como a stevia, ou artificiais, como o aspartame ou o acesulfame K.
Neste caso, tanto naturais como artificiais fornecem quantidades energéticas muito reduzidas. Na escolha entre açúcar e edulcorante, a opção será aprender a consumir os alimentos sem a adição de qualquer um deles.

18 de junho de 2015

Como utilizar o óleo de Coco?

quinta-feira, junho 18, 2015

Tal como sabemos, há sempre vários mitos de frutos ou produtos que ajudam a emagrecer, mas talvez este dê o verdadeiro resultado que tantas pessoas esperam.

O óleo de coco é um óleo extraído da fruta e existem dois tipos desse alimento funcional, o refinado e o extravirgem. O primeiro é feito a partir do coco seco, enquanto o segundo é feito com o coco fresco. No último caso, este deve ser extraído até 48 horas após a colheita, preferencialmente de um fruto que tenha vindo de uma plantação certificada e orgânica. É basicamente a polpa do coco, que é levado a um processo de refinamento. Ele tem diversas propriedades que são ótimas para a sua saúde.

Normalmente, o óleo de coco é encontrado em estado líquido na temperatura ambiente, e só fica sólido e branco quando é colocado em baixas temperaturas. O normal é que ele não estrague ou fique rançoso mesmo quando é armazenado há algum tempo. Os seus benefícios ainda são controversos entre a comunidade médica e não representam uma unanimidade entre os especialistas. Rico num tipo diferente de gorduras saturadas, os triglicérides de cadeia média, o alimento conquistou fama, principalmente, por ajudar na perda de peso. 

O óleo de coco é essencialmente composto por gorduras e em maior parte pela saturada que representa quase 87% da quantidade desse macronutriente. 

O alto teor de gordura saturada presente nesse óleo torna-o contraindicado por alguns profissionais de saúde. Afinal, esse macronutriente, quando consumido em grande quantidade, pode aumentar a quantidade de colesterol LDL, considerado ruim. 

Como usar o óleo de coco?
Pode usar-se o óleo de coco para regar saladas e na confecção de qualquer prato que leve óleo, azeite, manteiga ou margarina na sua composição, como, por exemplo, arroz, refogados, grelhar carnes e na confecção de bolos e tortas.
A quantidade deve ser exatamente a mesma. Por exemplo, se a receita original indica 2 colheres de óleo ou de azeite, troque por 2 colheres de óleo de coco. 

O ideal é consumir uma colher de sopa de óleo de coco, afinal mais do que isso ultrapassa as quantidade de gordura saturada diárias. 

Caso consuma excessivamente o óleo de coco, existem alguns riscos.
Se ingerir mais do que a quantidade recomendada do óleo, o tiro sairá pela culatra. Afinal, haverá um consumo maior de energia do que o seu gasto, o que sempre resulta em sobrepeso/peso excessivo/obesidade. Também pode trazer riscos cardiovasculares, com o aumento do colesterol, e por ajudar na digestão, em alta quantidade, este pode causar diarreia. 

O óleo de coco possui muitos benefícios para a saúde. Alguns exemplos são aumentar o metabolismo, diminuir o colesterol, emagrecer, melhorar o trânsito intestinal e combater inflamações.

Mesmo que o óleo de coco não seja utilizado para emagrecer, esta é uma opção mais saudável que o óleo de milho e o óleo de girassol, podendo ser utilizado diariamente por indivíduos de todas as idades, pois o óleo de coco não possui contraindicações e não tem efeitos colaterais. 

Motivos para utilizar o óleo de coco
  • Controla a compulsão por carboidratos;
  • Promove a saciedade;
  • Acelera o metabolismo;
  • Melhora a prisão de ventre;
  • Reduz o colesterol;
  • Fortalece o sistema imunológico;
  • Combate o envelhecimento precoce;
  • Tem ações antioxidantes;
  • Ajuda a emagrecer;
  • Ação dermatológica;
  • Ação Cosmética;
  • Combate a fibromialgia (dor constante de uma determinada zona);
  • Combate a Fadiga Crônica;
Claro está, que com o avanço da medicina actual, não existe apenas Óleo de coco em óleo, mas existe também em cápsulas, tal como pude verificar num site de confiança, e passo a citar:
Existe o óleo de coco em cápsulas mas prefira sempre o produto natural e tome a versão em cápsulas apenas se não houver outra alternativa.
Primeiro porque o óleo de coco é um alimento tradicional e não um remédio. Segundo, as pesquisas que demonstram os benefícios do óleo de coco são todas feitas com o produto natural e não em cápsulas.
E por fim, a versão em cápsulas sai mais cara. Do ponto de vista do custo-benefício, vale mais o óleo natural. 
Para que se sintam mais à-vontade ao abordar este tema, ficam aqui os principais nutrientes do óleo em causa:


Óleo de coco - Por 15 g (uma porção)
Calorias
129 kcal
Carboidratos
--
Proteínas
--

27 de maio de 2015

Alimentos que ajudam a controlar o Colesterol

quarta-feira, maio 27, 2015
O que é o colesterol?
O colesterol é uma gordura essencial existente no nosso organismo, que tem duas origens: uma parte produzida pelo próprio organismo, em particular o fígado, e outra parte obtida através da alimentação, em particular pela ingestão de produtos animais, como a carne, os ovos, e os produtos lácteos.

O organismo necessita de colesterol para produzir as membranas (paredes) celulares, hormonas, vitamina D e ácidos biliares, que ajudam a digerir os alimentos. No entanto, o nosso organismo necessita de apenas uma pequena quantidade de colesterol para satisfazer as suas necessidades. 

O colesterol circula no sangue ligado a uma proteína: este conjunto de colesterol - proteína é, por isso, conhecido por lipoproteína. As lipoproteínas são classificadas em altas, baixas ou muito baixas, em função da respetiva proporção de proteína e gordura em cada uma, o que determina a sua densidade.

Existem alguns tipos de colesterol, tais como:
  • Lipoproteínas de baixa densidade (LDL): são vulgarmente conhecidas como «mau» colesterol, por ser aquele que se deposita na parede das artérias, provocando aterosclerose. Quanto mais altas forem as LDL no sangue, maior é o risco de doença cardiovascular.
  • Lipoproteínas de alta densidade (HDL): também conhecidas por colesterol «bom», que tem como papel a limpeza das artérias, pelo que quanto mais altas forem menor risco há para o surgimento de doenças cardiovasculares.
  • Lipoproteínas de muito baixa densidade (VLDL): são semelhantes às LDL, mas contendo mais gordura e menos proteínas.
  • Triglicerídeos: são um outro tipo de gordura que circula no sangue ligada às VLDL. Uma alimentação excessivamente rica em calorias, açúcares ou álcool eleva os triglicerídeos, aumentando o risco cardiovascular.
Há alguns alimentos que ajudam a controlar o colesterol, que são:
  • Peixes (ricos em ómega 3, como o salmão, atum e truta);
  • Aveia (diminui as concentrações de colesterol total);
  • Nozes e Castanhas (apresentam antioxidantes);
  • Chocolate negro (rico em substâncias que diminuem o LDL);
  • Azeite (regula as taxas do colesterol);
  • Alcachofra (diminui os níveis de colesterol);
  • Laranja (limita a absorção do colesterol no intestino);
  • Vinho (promove a elevação de colesterol bom);
  • Linhaça (rico em ómega 3);
  • Canela (combate o colesterol);
  • Soja (protege o coração);
  • Açaí (contribui na prevenção de doenças cardiovasculares);
  • Chá (protege contra a formação de coágulos no sangue);
  • Frutas vermelhas (controlam o colesterol);
No entanto, o colesterol traz muitos riscos para a saúde e convém saber como e porquê
Assim, o colesterol, quando em excesso no sangue, pode depositar-se nas paredes das artérias, fazendo com que o sangue tenha dificuldade em passar através delas. A passagem do sangue através das artérias é fundamental para a oxigenação dos tecidos e do próprio coração, o qual fornece a força para que o sangue circule. 
Já pensou o mal que o calcário pode fazer a uma canalização? O colesterol pode provocar danos semelhantes às suas artérias. A diferença é que não as pode substituir por mais dinheiro que tenha para despender. Uma vez danificadas vai ter de viver com elas assim.

23 de maio de 2015

Os benefícios da Goji Berry

sábado, maio 23, 2015
Goji berry é o nome dos frutos da planta Lycium barbarum. Ao goji berry são atribuídas muitas propriedades medicinais, pois esta, é uma fruta rica em aminoácidos e vitaminas. A planta é originária das montanhas do Tibete, e é uma fruta típica da Ásia. 
Esta fruta possui 50 vezes mais vitamina C do que a laranja e é a maior fonte conhecida de carotenoides.

Nutrientes de GojiBerry
  • 19 Aminoácidos - Estes ajudam a formar as proteínas, incluindo os oito "essenciais", que não são produzidos no nosso corpo.
  • 21 Minerais - Nestes minerais está incluído o mineral germânio, considerado em estudos como tendo atividade anticancerígena. 
  • Carotenoides antioxidantes - Destes Carotenoides, destaca-se o betacaroteno e zeaxantina, protetor dos olhos.
  • 2500mg de Vitamina C por 100g da fruta
  • Vitaminas B1, B2 e B6
  • Beta-sisterol - Tem como função anti-inflamatória, mas também ajuda a equilibrar os níveis de colesterol, podendo ser usado no tratamento de impotência sexual e atua na prevenção de doenças da próstata.
  • Ácidos graxos essenciais - Que são necessários para síntese de hormonas e regulam o funcionamento do cérebro e do sistema nervoso. 
  • Cyperone - É um fito-nutriente que traz benefícios ao coração e à pressão sanguínea.
  • Fisalina - Usado nos transtornos causados pela hepatite B. 
  • Betaína - Usada pelo fígado para produzir colina e protege a célula a nível de DNA.
  • Rica em Polissacarídeos
  • Arginina e glutamina - Que auxiliam na liberação de hormonas do crescimento. 
  • Fitoquímicos - Atuam como substâncias anti-cancerígenas.
  • Triptofano - Um aminoácido precursor de serotonina, que leva ao estado de bom-humor, alegria e satisfação. 
A GojiBerry ajuda a emagrecer e melhora o sistema imunológico. Este também diminui a celulite, tem ação anti-cancerígena e previne doenças cardiovasculares.
Este fruto tem alguns benefícios associados, tais como:
  • Ajuda a emagrecer
  • Diminui a celulite
  • Melhora o sistema imunológico
  • Melhora a visão
  • Protege a pele
  • Tem ações anti-cancerígenas
  • Previne doenças cardiovasculares
  • Protege o cérebro
  • Proporciona bem-estar
  • Tem ações antioxidantes
  • Previne diabetes
  • Combate o envelhecimento
  • Aumenta o nível de energia
  • Possui propriedades anti-inflamatórias
Qual a quantidade diária recomendada?
Duas colheres de sopa ao dia ou 150 ml do seu sumo. Ela pode ser incluída no lugar de outra fruta, preferencialmente pela manhã.

Com este fruto exótico podemos fazer algumas receitas interessantes, tais como, uma mousse de goji berry; um chá do mesmo e até uma salada de goji berry.

Existe até um mito muito interessante sobre o consumo desta fruta:
Existe uma lenda na Ásia que diz que um homem chinês consumiu o Goji Berry todos os dias ao longo da sua vida e viveu por 256 anos.

Esta longevidade fora dos padrões atuais seria consequência do alto poder antioxidante da fruta, mas ninguém sabe se esta história é verdadeira ou apenas um mito, mas o fato é que os benefícios que ele traz à saúde são tantos que torna-se quase obrigatório incluí-lo na sua dieta.

No entanto, como todas sabem, tudo o que for consumido em exagero traz complicações. Por isso, é necessário precaução com o consumo excessivo da fruta, principalmente em função da alta concentração de vitamina C. A máxima ingestão diária dessa substância não deve ultrapassar 2000 mg e o seu excesso por longos períodos de tempo pode causar problemas, tais como:
  • Cálculos renais
  • Distúrbios gastrointestinais
  • Incómodo na bexiga.
Estudos apontaram que o excesso também pode ser perigoso em virtude da interação dos princípios do goji com medicamentos, como anticoagulantes ou fármacos para o controle glicêmico e de pressão. Para não ter problemas, quantidades superiores a 45 gramas por dia devem ser evitadas.

26 de abril de 2015

Beber água ás refeições

domingo, abril 26, 2015

Sabia que está comprovador que as pessoas bebem mais água quando esta tem sabor? E que com o envelhecimento, a sensação de sede diminui possibilitando assim um maior risco de desidratação?

Como é de senso comum, ingerir água é um essencial à nossa sobrevivência, mas mesmo assim é fácil encontrar casos de desidratação, principalmente nas crianças e idosos.
Isto deve e pode ser evitado, pois é uma das causas da má qualidade de vida. Por vezes sintomas como cansaço, pele seca, cieiro e dores de cabeça, podem ser associados à falta de água no nosso organismo, e por vezes são confundidos com outras possíveis doenças.
A estratégia de beber vários copos de água ao dia, por vezes não resulta, devido a difícil implementação no dia a dia de cada pessoa. Ora porque se esqueceu de levar uma garrafa de água para o trabalho, ora porque tem muito afazeres, e beber água só é prioridade quando sente realmente sede. E sentir sede já é um sintoma de desidratação!

Por isso as refeições são o momento ideal do dia para beber água.

Se ingerir dois copos de água a cada refeição (Almoço/Jantar), e um copo ao acordar e deitar, já terá obtido uma parte significativa da recomendação diária para a ingestão de líquidos (cerca de 1,5-2 litros).

Uma das formas para camuflar a ingestão de água na sua forma natural, é adicionando umas gotas de limão, chá ou beber águas com sabor. Evite a ingestão de álcool, sumos naturais e refrigerantes.

26 de abril de 2013

Beber líquidos durante as refeições engorda?

sexta-feira, abril 26, 2013
O hábito de ingerir líquidos nas refeições é muito comum, porém todos já ouviram dizer que isso é errado porque engorda, nos faz comer em maior quantidade, a barriga incha ou atrapalha a digestão.
Qual melhor momento de ingerir líquidos? 
Os líquidos devem ser consumidos 20 minutos antes ou 60 minutos após as refeições. Quando optar por ingeri-los nas refeições é indicado no máximo um copo pequeno, com capacidade de 150 a 200 ml.

Ingerir líquidos nas refeições engorda? 
O líquido ingerido na refeição não engorda, porém dilata o estômago e provoca uma sensação de inchaço abdominal.
É importante não criar o hábito de ingerir líquidos sempre nas refeições, pois o estômago sempre passará por essa dilatação o que irá torná-lo mais elástico. Essa dilatação reduz a sensação de saciedade e você pode acabar consumindo mais alimentos, levando a um excesso alimentar durante o dia e consequentemente o aumento de peso.

Por que devemos evitar líquidos nas refeições?
Durante a digestão dos alimentos precisamos da acção do suco gástrico no estômago, para que alguns nutrientes possam ser quebrados e absorvidos. Quando ingerimos líquido em excesso nas refeições o suco gástrico fica diluído e dessa forma a digestão fica comprometida podendo ocasionar problemas como indigestão, gases, flatulências e deficiência na absorção de nutrientes como ferro, cálcio, zinco, vitamina B12, entre outros.

Se optar por ingerir líquidos, qual dar preferência?
Se desejar beber líquidos durante a refeição, dê preferência aos sumos naturais feito com frutas ácidas como abacaxi, limão, morango, kiwi, já que não irão trabalhar a favor do suco gástrico no estômago, não interferindo na absorção dos alimentos. A água também é uma boa escolha, pois ajuda na hidratação e não aumenta o valor calórico da refeição.
É importante ressaltar que refrigerantes e água gaseificadas são mais prejudiciais, pois o gás presente nessas bebidas dilata ainda mais o estômago, prejudicando a digestão e criando uma falsa sensação de saciedade, fazendo com que a fome apareça mais rapidamente, e podendo levar a um excesso alimentar durante o dia e consequentemente o aumento de peso.

Como manter o corpo hidratado sem ingerir líquidos nas refeições?
Muitas pessoas sentem necessidade de ingerir líquidos durante as refeições quando a hidratação durante o dia está baixa e somente se lembram de tomar algo na hora da refeição. É importante lembrar que a recomendação de água é de 6 a 8 copos de 200 ml e essa deve ser feita preferencialmente nos intervalos entre as refeições! 
Alimentos ricos em água, geralmente frutas e legumes como abacaxi, alface, laranja, tomate, mamão, melancia, melão, uva, chuchu fazem parte de nossas refeições, portanto é impossível realizar uma refeição sem ingerir líquidos, a preocupação sempre deve ser em não consumir líquidos em grande volume.

Portanto, é importante evitar a ingestão de líquidos durante a refeição, e caso ocorra, não deverá exceder um copo pequeno, e que preferencialmente seja água ou suco de frutas ácidas. E lembre-se sempre tenha foco na hidratação ao longo do dia.

6 de fevereiro de 2013

Snacks para perder peso

quarta-feira, fevereiro 06, 2013
Preocupa-se com a sua saúde e boa forma? Então, não se pode esquecer de levar na lancheira as melhores opções para recuperar a linha e manter-se saudável.
Lembre-se que os lanches são essenciais para assegurar níveis equilibrados de açúcar no sangue e, assim, estabilizar a concentração e o bem-estar.
Meio da Manhã
Opção 1
Ingira duas a três bolachas sem açúcar e 200 ml de água enriquecida com magnésio. As bolachas com níveis baixos e de açúcar são, por norma, mais ricas em fibra. A água com magnésio repõe os níveis deste mineral que baixam durante as dietas.

Opção 2
Coma uma a duas ameixas amarelas ou 10 bagas goji ou quatro amêndoas e 200 ml de chá de cidreira ou chá branco. As bagas goji têm uma ação antioxidante e otimizam as funções celulares. Já o chá de cidreira tem um efeito depurativo, é relaxante e beneficia a função digestiva.


À Tarde
Opção 1
Para o primeiro lanche opte por uma banana ou uma maçã ou uma pêra e duas a três nozes ou quatro a seis amêndoas e um iogurte 0% gordura. A maçã e a pêra são ricas em perictina, uma fibra solúvel que ajuda a saciar. Embora calóricos, os frutos secos fornecem gorduras essenciais ao organismo, ómega 3 e 6. Além disso, o iogurte contém cálcio com o benefício de oferecer poucas calorias e de ser de fácil digestão.

Para o segundo lanche, escolha uma gelatina 0% gordura ou uma fatia de ananás. Este fruto é riquíssimo em fibra e na enzima bromelina que facilita a digestão de proteínas e eliminação de gorduras.

Opção 2
Para o primeiro lanche opte por um iogurte com índice glicémico (IG) baixo ou 200 ml cevada e uma colher de sopa de sementes de chia ou uma duas colheres de sopa de flocos de cereais integrais. Por norma, os iogurtes, têm um IG baixo garante uma absorção de açúcar a uma velocidade adequada à saciedade. Os cereais integrais têm um importante papel saciante e elevado teor de fibra.

Para o segundo lanche escolha uma gelatina 0% gordura ou uma maçã ou uma laranja. Devido ao seu teor em vitamina C, a laranja reconforta e ajuda a manter níveis de atenção elevados.

5 ideias para comer mais fibra

quarta-feira, fevereiro 06, 2013
Se tem problemas de prisão de ventre, é natural que tente introduzir muita fibra na sua dieta.
Além de alimentos óbvios que a contém, como o kiwi e o farelo de trigo, são inúmeros os produtos alimentares que a contém.
Legumes
Os legumes, folhas verdes e as leguminosas (feijão, grão de bico, ervilhas e lentilhas) podem ser consumidos na sopa ou no prato. No tempo mais primaveril também ficam bem em saladas.

Frutos
Deve incluir alimentos ricos em fibra, como a ameixa e a papaia, em batidos com iogurte ou em saladas. Também podem ser utilizados em sumos sem adição de açúcar.

Cereais
Opte por cereais e pão integral que podem ser incluídos no pequeno-almoço e lanches.

Iogurtes
A ingestão de iogurtes ricos em bifidus e algumas estirpes de lactobacilus estimula a flora intestinal, reduzindo a fermentação e promovendo a regularidade do trânsito intestinal.

Líquidos
Aumente a ingestão diária de água ou infusões, como a cidreira e a camomila, para uma quantidade próxima de um litro e meio.

2 de dezembro de 2012

Dietas - Porque falham?

domingo, dezembro 02, 2012
Dietas não faltam e, se as receitas diferem, na maioria das vezes a promessa é a mesma: uma perda rápida e permanente dos quilos em excesso. Algumas pessoas já experimentaram uma ou mais e até sabem que a sua eficácia vai do discutível ao perigoso. Irei escrever uma série de artigos sobre as dietas, onde se explica o sucesso e o fracasso de muitas delas.
Quando se perde peso através de métodos desequilibrados, ignorando as regras elementares da fisiologia, a recuperação de peso é rápida. Os resultados de uma dieta dependem, por um lado, da sua natureza, do rigor com que é levada a cabo e a duração. Por outro, da constituição física, dos hábitos alimentares e do modo de vida da pessoa que a segue.

Alguns conselhos prévios
A maioria dos peso perdido no inicio de uma dieta não resulta da queima de gordura. Por isso, os métodos que garantem uma redução de cinco quilos na primeira semana, como uma perda equivalente de gordura são enganosos.

Para perceber melhor este facto, observe uma pequena demonstração aritmética. É necessário queimar 9000 calorias para eliminar 1 quilo de gordura. Portanto, é preciso gastar 45000 calorias para perder 5 quilos de gordura por semana, o que corresponde a cerca de 6500 calorias por dia. A maioria das dietas reduz o consumo energético entre 500 a 1000 calorias por dia. Assim, não é possível que uma redução espectacular de peso seja provocada pelo desaparecimento de gordura. Por isso, desconfie deste tipo de promessas.

A primeira reacção de um corpo submetido a uma dieta de emagrecimento é utilizar e esgotar a energia disponível Essa energia não é a gordura, mas o glicogénio, geralmente esquecido pelos manuais de dietas milagrosas. Na prática, trata-se de uma forma de glucose em solução aquosa que existe nos músculos e no fígado. No corpo humano há cerca de 3,5 quilos de glicogénio. É necessária muito menos energia - a relação é de 4 para 9 - para eliminar 1 quilo de hidratos de carbono, do que para eliminar a mesma quantidade de gorduras. A acentuada perda de peso no inicio da dieta, sobretudo numa hiperproteica e pobre em hidratos de carbono, resulta da eliminação de água e de glicogénio.

Com certeza agora estão a pensar que quando as reservas de glicogénio se esgotam, são as gorduras a fornecer a energia necessária ao funcionamento do corpo. Basta, pois, um pouco de paciência para a água e o glicogénio serem eliminados e os tecidos adiposos começarem a derreter. Errado! A falta de glicogénio desencadeia o mecanismo da fome e reduz o nível de açúcar no sangue. Isto provoca um estado de fraqueza, depressão, instabilidade e cansaço. A melhor maneira de ficar obcecado pela comida é iniciar uma dieta. Mas agora devem pensar que se resistirmos, as gorduras têm de começar a derreter em algum momento. É verdade, mas, até chegar a esse ponto, o corpo vai recorrer a outros mecanismo.

O organismo é uma máquina fantástica. Uma vez agredido, defende-se. Para se adaptar à dieta de emagrecimento, além da queima de glicogénio e da libertação de uma parte de água, elimina os tecidos que lhe são menos úteis Quando lhe falta alimento, a gordura é o que lhe permite resistir. Portanto, começa pelos tecidos adiposos e, em particular, as proteínas que compõem os músculos Essa perda será tanto mais importante quanto mais inativa for a pessoas antes da dieta. Só mais tarde, cerca de duas semanas depois, o corpo começa a proteger os tecidos não adiposos e a queimar gorduras.

No inicio da dieta, são as pessoas fisicamente ativas que se livram da gordura de forma mais eficaz. É o que acontece com os atletas que podem perder, em vésperas de uma competição, vários quilos de gordura. Porém, a maior parte das pessoas que seguem dietas de emagrecimento não são pugilistas nem judocas, e, quando subvertem os seus hábitos, o corpo molda-se: elimina primeiro aquilo que elas não usam habitualmente, ou seja, os músculos.

Com a maioria das dietas drásticas corre-se o risco de enfraquecer o organismo e de provocar uma redução dos gastos energéticos. Nestes casos, o metabolismo armazena um máximo de gordura. Seguir uma dieta revela-se, por vezes, a melhor forma de uma pessoa pouco dinâmica poupar ainda mais energia e criar, assim, as condições ideais para engordar.

30 de novembro de 2012

O que é o Colesterol?

sexta-feira, novembro 30, 2012
O colesterol é essencial para o funcionamento do organismo. Circula no sangue e faz parte do revestimento das paredes das células  entrando também na produção de algumas hormonas e da vitamina D. Uma vez que a maior parte do colesterol necessário ao nosso corpo é produzida pelo fígado, a ingestão de alimentos ricos em gorduras saturadas é uma fonte adicional; logo, é importante moderar o seu consumo.
Ingerir alimentos com colesterol HDL reduz os níveis do Colesterol mau (LDL)
Rever a alimentação e fazer exercício é o tratamento recomendado para baixar o colesterol. Atualmente, há muitos produtos anticolesterol à venda. É o caso dos iogurtes e margarinas enriquecidos com esteróis e estanóis vegetais, duas substâncias que impedem a concentração de colesterol no sangue. Estes devem ser utilizados apenas como complemento da dieta. De outra forma, estará a desperdiçar dinheiro, pois são caros.

29 de novembro de 2012

O que são as Fibras?

quinta-feira, novembro 29, 2012
As fibras ou substâncias não assimiláveis, não são nutrientes, mas, graças a elas, as outras substâncias energéticas ou vitamínicas são encaminhadas para o aparelho digestivo e digeridas pelo organismo. As fibras devem, portanto, fazer parte de uma alimentação equilibrada. As recomendações inclinam-se para o consumo diário mínimo de 25 gramas.
As fibras podem ser solúveis ou insolúveis  As primeiras estão na frita e nos legumes, têm uma grande capacidade de absorver água e saciam o apetite. Ao mesmo tempo, mantém o intestino saudável, porque fermentam quando chegam ao cólon devido à acção das bactérias da flora intestinal. As insolúveis existem em abundância nos cereais integrais e têm a missão de regular o trânsito intestinal. Ambos os tipos de fibras estimulam os movimentos do intestino. Beber muita água e comer fibras são, portanto, duas armas eficazes contra a prisão de ventre.

Em paralelo, estas contribuem para a manutenção do peso, pois favorecem a mastigação, enchem o estômago e atrasam o seu esvaziamento. Ingeri-las com frequência reduz ainda a incidência do cancro do cólon, das doenças cardiovasculares e da diabetes, de acordo com alguns estudos.

28 de novembro de 2012

A Água

quarta-feira, novembro 28, 2012
Não sendo um nutriente, a água é vital. Sem alimentos sólidos, podemos sobreviver durante algumas semanas. Sem água, apenas dias. Por isso, dever ser prioridade nos nossos hábitos alimentares. O corpo humano tem mais de 60% de água, ou seja, esta constitui o componente fundamental das nossas células. Entre outras coisas, intervém na regulação térmica, na eliminação dos resíduos, na reparação dos tecidos e na elaboração das secreções digestivas. As pessoas que seguem dietas de emagrecimento sabem que a água desempenha um papel extremamente importante na luta diária contra a tentação e os quilos.
A água corre da nascente, é engarrafada, sai das torneiras, mas encontra-se, também, em quantidade mais ou menos significativas, nos frutos, nas hortaliças e noutros alimentos. Mas, seja qual for a sua origem, não fornece qualquer caloria.

27 de novembro de 2012

O que são sais minerais?

terça-feira, novembro 27, 2012
Os sais minerais catalisam e regularizam os processos de assimilação dos alimentos. O organismo necessita de cerca de 20, mas os principais são o cálcio, o sódio, o potássio e o ferro. O iodo e, em menor grau, o flúor, o zinco e o cobre também tem um papel importante. Uma alimentação variada garante o aporte adequado. Quando se adotam dietas pouco equilibradas, surgem carências que podem ser prejudiciais.
A mais comum é a anemia, por falta de ferro.
Um regime alimentar normal contém quantidades relativamente importantes de sal (ou cloreto de sódio), geralmente muito superiores às necessidade do organismo.. Por isso, não é necessário reforçar o seu consumo, exceto em casos de perdas elevadas de líquidos  relacionadas com transpiração excessiva, diarreia ou vómitos.
A Organização Mundial de Saude recomenda que o consumo diário de sal não exceda 5 gramas.

Cálcio
O cálcio é essencial para a formação dos ossos e dos dentes. É particularmente importante para as crianças, adolescentes, mulheres na menopausa e grávidas. Os lacticínios e as hortaliças de folhas verdes são os mais ricos neste mineral.

Ferro
O ferro é necessário para a produção de hemoglobina, cuja função é essencial para o transportes do oxigénio. A carne vermelha, a gema do ovo, o fígado e os runs são os alimentos mais ricos neste mineral.

Iodo
O iodo, em pequena quantidade, garante o bom funcionamento da glândula tiroide. Pode encontrar-se na água do mar, no peixe, nos crustáceos e no sal iodado. A sua carência leva ao aparecimento do bócio endémico.

Flúor
Os efeitos do flúor alimentar têm sido objecto de grande atenção. Os especialistas são unânimes em reconhecer-lhe qualidades na prevenção das cáries dentárias. Nas regiões onde é acrescentado, em quantidades mínimas, à gua da torneira, reduz-se o número de casos desta doença.

26 de novembro de 2012

O que são as vitaminas?

segunda-feira, novembro 26, 2012
Embora não tenham valor energético, as vitaminas são necessárias ao bom funcionamento e desenvolvimento do organismo. Salvo raras exceções, o nosso corpo não consegue sintetizá-las. Necessita, por isso, de as assimilar através da alimentação. Uma dieta variada e equilibrada fornece todas as necessárias.
Normalmente, as vitaminas são classificadas de acordo com as suas propriedades físicas e não segundo a composição química. Algumas são solúveis em água (hidrossolúveis), como a vitamina C e as do complexo B. Outras, nas gorduras (lipossolúveis), como as A, D, E e K. As necessidades variam com o clima e com a actividade da pessoa em questão. O seu teor nos alimentos altera-se com a temperatura, a natureza do solo, a forma de colheita, o modo de preparação, entre outros. Em todo o caso, é inútil e, por vezes, perigoso, recorrer a doses exageradas de vitaminas para complementar uma dieta de emagrecimento. Uma alimentação sã e variada é a melhor das prevenções.

25 de novembro de 2012

O que são as gorduras?

domingo, novembro 25, 2012
As gorduras, ou lípidos  são as reservas do organismo e fornecem energia sob uma forma muito concentrada, pois uma grama de lípidos corresponde a 9 calorias. Em média, garantem um terço da nossa ração calórica diária. Além desta função principal, as gorduras cumprem outras, nomeadamente o fornecimento das vitaminas lipossolúveis A, D, E e K, bem como de ácidos gordos essenciais.
Conforme a sua estrutura química  distinguem-se as gorduras saturadas, monoinsaturadas e polinsaturadas.

Gorduras saturadas
As gorduras saturadas estão presentes nos alimentos de origem animal, como a carne, sobretudo a vermelha, a charcutaria e os lacticínios.
Consumi-las em excesso aumenta os níveis do mau colesterol (LDL) no sangue. Por isso, moderação é a palavra de ordem. A melhor forma de tornar estes alimentos menos gordos é retirar-lhes sempre a pele e as gorduras visíveis.
Gorduras Boas
Gorduras monoinsaturadas
As monoinsaturadas concentram-se nos alimentos de origem vegetal, embora também existam nalguns de proveniência animal. O azeite, por exemplo, é muito rico neste tipo de gordura. Ao contrário das saturadas, reduzem, ligeiramente, os níveis de mau colesterol e sobem os do bom, o que contribui para a saúde cardiovascular.

Gorduras polinsaturadas
Os ácidos gordos ómega 3 e ómega 6 sobressaem entre as gorduras polinsaturadas. Os primeiros reúnem os ácidos alfalinolénico (ALA), eicosapentanoico (EPA) e docosa-hexanoico (DHA). O EPA e o DHA são considerados ácidos gordos altamente polinsaturados. Encontramo-los nos peixes gordos, como o salmão, o atum, a cavala ou as sardinhas. Os óleos de colza, noz e linho, assim como os géneros alimentares elaborados com eles, também contam com bastante ómega 3. A maioria dos óleos vegetais, sobretudo os de milho e de girassol, as margarinas produzidas a partir deles e os fritos oleaginosos contém ácidos gordos ómega 6. Nesta família  encontra-se ainda o ácido linoleico, um óleo essencial. Todos os ácidos citados atuam de forma muito positiva sobre o sistema cardiovascular. Os benefícios estendem-se ao sistema reprodutivo e à pele.
Gorduras trans
Há um ultimo conjunto de gorduras, chamadas trans, obtidas através de processos industriais e que apresentam uma configuração química especial. Formam-se quando os óleos são refinados, hidrogenados (solidificados) ou aquecidos a temperaturas elevadas. As matérias gordas utilizadas no fabrico de produtos de padaria, as bolachas ou os óleos de fritura reutilizados são bons exemplos de produtos com muitas gorduras trans. Estas são bastante agressivas para as veias e para as artérias.

29 de julho de 2012

O que são hidratos de carbono?

domingo, julho 29, 2012
Os hidratos de carbono ou glúcidos são o carburante do corpo. A sua função é fornecer energia. Como principal combustível das células, garantem ao organismo mais de metade dos seus recursos energéticos diários. Encontramo-los em alimentos como o pão, as massas, as batatas, as leguminosas secas ou o arroz. O mel, os doces, o açúcar de beterraba ou de cana e as guloseimas também fazem parte deste grupo.
São constituídos por cadeias de unidades mais simples, às quais chamamos açúcares. Devemos privilegiar os de tipo complexo, por serem compostos de cadeias longas que necessitam de mais tempo para serem digeridas e absorvidas, satisfazendo o organismo de forma mais duradoura. Recebem este nome, sobretudo, por causa do amido, que está presente em alimentos como a batata, o pão, a massa, o arroz ou as leguminosas.Pelo menos 45 por cento da ingestão diária de calorias deve advir dos hidratos de carbono, a maioria dos quais complexos.

Os hidratos de carbono de tipo simples, em contrapartida, são compostos por cadeias de açúcares muito pequenas, que são absorvidas rapidamente. A glucose e a frutose, ambas formadas por um unico grupo químico, são bons exemplos deste tipo e encontram-se nos frutos. A sacarose, presente na beterraba ou na cana-de-açúcar, é constituída por dois grupos quimicos. Finalmente, existem também as fibras, cadeias muito complexas que o nosso organismo não consegue assimilar, mas que desempenham um papel importante no transito intestinal.

Tal como as proteínas, 1 grama de hidratos de carbono produz 17 quilojoules e 4 quilocalorias. Da mesma forma, os hidratos de carbono consumidos em excesso transformam-se em gorduras, que se acumulam nos tecidos adiposos de reserva. O açúcar é o melhor exemplo de um alimento calórico puro e, infelizmente, o seu consumo por habitante aumentou nos últimos anos. Dos saquinhos de açúcar para o café pesam cerca de 16 gramas. Isso representa 16x4 quilocalorias, ou seja, 64 quilocalorias. Faça as contas: ao fim de um ano, atingem-se mais de 23 mil quilocalorias, isto é, um possível aumento de peso que ronda os 2 quilos.

O que são proteínas?

domingo, julho 29, 2012
As proteínas ou Prótidos são os tijolos do corpo humano. Constroem o organismo, elaboram, conservam e reparam os tecidos. As crianças e os adolescentes, em pleno crescimento, necessitam mais destes materiais de construção.

Trata-se de combinações de pequenas unidades, à base de azoto, designadas de aminoácidos. Estes associam-se entre si, num numero infinito de possibilidades, para formarem todas as proteínas presentes na natureza. No total, existem 20 aminoácidos, oito dos quais se denominam essenciais, porque não são sintetizados pelo organismo. Como o nosso corpo não os consegue produzir, temos de os encontrar nas proteínas fornecidas pela alimentação. Assim, as únicas indispensáveis são aquelas que contem este aminoácidos. Encontramo-las, principalmente, na carne, no peixe, no leite e seus derivados e nos ovos.
As proteínas de origem animal são consideradas de alto teor biológico pela excelente combinação de aminoácidos. Pelo contrário, as proteínas vegetais têm uma valor biológico médio ou baixo, por terem falta de um ou outro aminoácido essencial. As leguminosas, como as favas, o feijão, as lentilhas e, sobretudo, a soja, constituem a excepção. Esta última tem um valor biológico quase equivalente às proteínas de origem animal. Nessa qualidade, intervém na preparação de leite hipoalergénico para lactentes e na chamada carne vegetal.

Se classificarmos as proteínas em função do seu teor em aminoácidos, os ovos e o leite surgem em primeiro lugar, à frente do peixe, da carne, dos cereais, dos frutos frescos e dos oleaginosos (nozes, entre outros). O ideal para satisfazer as necessidades em proteínas é ingerir tanto as de origem animal como as vegetais.
Os aminoácidos são também necessários para a formação das hormonas e das enzimas. As primerias são agentes químicos produzidos pelas glandulas para provocar reacções ao nivel celular. Quanto às enzimas, estão presentes em todas as células para controlar a natureza dessas reações.

As proteínas são portadoras de energia. Um grama de proteinas produz 17 quilojoules (kJ) ou 4 quilocalorias (kcal).

26 de março de 2012

Períodos críticos da Obesidade - Adolescência

segunda-feira, março 26, 2012
Na puberdade, tanto nos rapazes como nas raparigas, a proporção de hormonas sexuais no organismo aumenta bruscamente. As hormonas femininas, sobretudo, têm tendência para aumentar o volume de gorduras do corpo.
Nesta fase, se as adolescentes comem mais do que o necessário, arriscam-se a ganhar peso e a mantê-lo. Os adultos que se tornam obesos durante a juventude são, normalmente, mas resistentes aos tratamentos para emagrecer. Pelo contrário, a silhueta modela-se melhor quando se perdem alguns quilos ou se mantém os níveis normais durante a adolescência.

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