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6 de fevereiro de 2013

Dieta hiperproteica

A maioria das dietas de emagrecimento tem um elevado teor de proteínas, mas algumas baseiam-se, exclusivamente, nelas (carne e peixe magros, ovos, leite e queijo magros). Neste caso, pode comer a quantidade que se quiser destes alimentos, com a condição de excluir os hidratos de carbono, incluindo os frutos doces e o pão. Tem ainda de limitar ao máximo as gorduras, como os condimentos gordos. Quanto às bebidas, apenas água sem gás, tisanas e, por vezes, um sumo de fruta natural ao pequeno-almoço, por causa das vitaminas.
As dietas hiperproteicas prolongadas, de aporte energético muito reduzido, estiveram na origem de alguns casos de morte nos Estados Unidos da América. Parece que este tipo de dieta provoca atrofia do músculo cardíaco, com séria ameaça de paragem cardíaca  ainda que seja acompanhada de suplementos vitamínicos e minerais. Mesmo com aplicação moderada, esta dieta, extremamente ácida, provoca uma perigosa redução dos níveis de potássio e de cálcio no sangue, assim como perturbações do ritmo cardíaco.

Não permite exceções, logo é dificil de fazer em sociedade. Embora garanta a perda de vários quilos numa semana, não corrige os maus hábitos alimentares. O peso perdido com rapidez pode regressar logo que recomece a fazer a alimentação clássica. É uma proposta a evitar.

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