Escreva a sua pesquisa

29 de março de 2012

Períodos críticos da Obesidade - Meia-idade

quinta-feira, março 29, 2012
A redução da atividade física sem a correspondente adaptação alimentação é garantia de aumento de peso. Depois dos 40 ou 50 anos, é normal que o apetite diminua, mas é provável que o mesmo aconteça com a atividade física. Nesse caso, é preciso optar: comer menos ou mexer-se mais. Descobrir um meio de continuar ativo também resulta. Se anda habitualmente de automóvel, tente compensar essa inatividade através da prática de um desporto. Aliás, o próprio carro pode levá-lo a sítios magníficos que convidam à caminhada ou ao desporto ao ar livre.
Nas mulheres, a menopausa provoca alterações hormonais que, como vimos, têm influência no metabolismo. Nomeadamente, na transformação e assimilação das gorduras e açúcares, bem como nos centros cerebrais reguladores do apetite. Por vezes, observa-se também uma verdadeira fome de açúcar, à qual é difícil resistir. Infelizmente, ceder a este tipo de "capricho" pode criar um círculo vicioso. Tudo porque o excesso de açúcar desencadeia uma descarga de insulina que reduz o seu nível no sangue e conduz a um novo acesso de fome. O resultado é um crescente excesso de peso, cada vez mas difícil de contrariar.

28 de março de 2012

Períodos críticos da Obesidade - Gravidez

quarta-feira, março 28, 2012
Durante a gravidez, o peso da futura mamã pode aumentar entre sete e dez quilos. Tente não ultrapassar esta média, caso contrário será muito difícil perder o que ganhou a mais.
É importante vigiar a balança durante a gravidez e não ignorar o veredicto. Contudo, qualquer iniciativa para combater um eventual excesso, quer se trate de um tratamento ou de uma simples dieta, só deverá realizar-se sob aconselhamento médico.

27 de março de 2012

Períodos críticos da Obesidade - Depois do casamento

terça-feira, março 27, 2012
A sabedoria popular não se engana quando afirma que o casamento engorda, em especial, os homens. Este passo provoca grande mudança nos hábitos de vida, incluindo nos alimentares. Muitas mulheres ainda assumem a preparação da maioria das refeições. Por isso, passam muito tempo na cozinha e são confrontadas com a tentação de debicar. Os maridos, naturalmente mais caseiros do que os solteiros, acabam por comer mais do que antes do casamento.
Muito frequentemente, também fazem menos desporto e gastam menos energia e o casal deixa de se preocupar tanto com o seu aspeto físico.

26 de março de 2012

Períodos críticos da Obesidade - Adolescência

segunda-feira, março 26, 2012
Na puberdade, tanto nos rapazes como nas raparigas, a proporção de hormonas sexuais no organismo aumenta bruscamente. As hormonas femininas, sobretudo, têm tendência para aumentar o volume de gorduras do corpo.
Nesta fase, se as adolescentes comem mais do que o necessário, arriscam-se a ganhar peso e a mantê-lo. Os adultos que se tornam obesos durante a juventude são, normalmente, mas resistentes aos tratamentos para emagrecer. Pelo contrário, a silhueta modela-se melhor quando se perdem alguns quilos ou se mantém os níveis normais durante a adolescência.

25 de março de 2012

Períodos críticos da Obesidade - Infância

domingo, março 25, 2012
Todas as pessoas passam por períodos críticos, em que o risco de engordar é mais elevado. As estatísticas comprovam que, por exemplo, 20% das pessoas obesas são-no desde a infância. Outros 20% começam a sê-lo durante a adolescência. As mulheres engordam mais novas do que os homens, regra geral antes ou durante a puberdade, mas também quando engravidam.

A Infância
Costuma-se dizer que uma criança gorduchinha é saudável. Na verdade, a sua saúde está em risco, porque é mais vulnerável às constipações e à asma e pode sofrer deformações nas articulações das pernas. Além disso, tem grandes probabilidades de se tornar num adulto obeso. Deixar uma criança engordar é, provavelmente, condená-la a ter de lutar toda a vida para recuperar o controlo do seu peso.
Um adulto pode sentir-se bem com a sua corpulência, mas as crianças obesas têm tendência a sentirem-se marginalizadas. Acham-se diferentes dos outros, com quem não podem brincas com a mesma destreza.  Muito frequentemente, tornam-se motivo de chacota dos seus companheiros de brincadeira.

É difícil explicar porque é que umas crianças engordam e outras não. Sabe-se que a alimentação do bebé, durante os primeiros meses de vida, é extremamente importante. Diversos estudos demonstram que algumas crianças obesas têm um maior número de células adiposas e de dimensões superiores ao normal, pelo qual armazenam mais gordura.

Se uma criança é feliz, alegre e está manifestamente bem, não há qualquer motivo para preocupação. Contudo, é necessário que a curva do aumento de peso acompanhe o valor recomendado para a idade.

4 de março de 2012

Os perigos da obesidade - Perigos psicológicos

domingo, março 04, 2012
Um conflito psicológico pode causar um apetite exagerado ou a diminuição repentina do mesmo. Na relação entre a psique e a obesidade surge a mesma duvida que com a galinha e o ovo: Não se sabe qual deles aparece primeiro.
Antes de mais, saiba que o peso não tem qualquer influencia na inteligência. Churchill e Balzac, cada um no seu domínio, eram génios bem nutridos. Um estudo efetuado no Canadá estabelece que o quociente intelectual e as estruturas de personalidade de pessoas muito gordas também não se afastam muito da média da restante população.

Quanto à relação entre as características psíquicas e a obesidade, os dados são contraditórios e heterogéneos. Coloca-se a questão de saber se determinados sintomas são causa ou consequência da doença. Um psicólogo francês, Beaumont, observou algumas pessoas obesas e encontrou, sobretudos nos jovens, uma tendência para a depressão e para a melancolia. Os rapazes sofriam com a sua falta de agilidade e de destreza, o que os tornava motivo de troça para os colegas. As raparigas suportavam, além disso, a dificuldade em se afirmarem no domínio afetivo e sentimental. No adulto, à melancolia pode suceder uma visão otimista da vida. Beaumont descreve o adulto obeso como bonacheirão, calmo, expansivo, indulgente e conciliador. Propenso tanto para a alegria e os gracejos, como para a ternura e as lágrimas. Logo, com uma afetividade e uma emotividade mais à flor da pele do que a pessoa magra.

O psicólogo francês conclui que os quilos que ostentamos, ao influírem nas nossas relações com o que nos rodeia, se refletem de forma positiva ou negativa na nossa energia vital. Assim, um adolescente naturalmente expansivo e cheio de vitalidade pode, ao tornar-se obeso, ficar sombrio e perder dinamismo. Tais situações são capazes de gerar timidez ou complexos persistentes. Infelizmente, essas perturbações do comportamento por vezes permanecem mesmo que ocorra uma perda de peso. No entanto, regra geral, quem emagrece aprecia plenamente a mudança e afirma sentir-se mais novo e saudável. Portanto, em certos casos, há uma relação estreita entre a obesidade e algumas perturbações da personalidade.

Popular

Follow by Email